quarta-feira, 16 de abril de 2014

Dicas & Curiosidades: Como usar o hashi


Que o sushi  tem uma legião de fãs é um fato que dispensa comentários. Os adoradores da culinária sabem como ninguém a arte de manusear os "pauzinhos" que levam a iguaria a boca. Mas, e os iniciantes, que somente há pouco tempo se renderam às graças desse alimento? Lidar com o hashi, nome oficial dos "palitinhos", pode assustar quem nunca os usou. Então, o post de hoje é justamente para esses leitores, que não são poucos. Leitores que já deixaram de comer comida japonesa por não conseguir usar o hashi ou que já teve sua blusa toda respingada pelo molho shoyo ao deixar a peça cair.  

Parece difícil, mas não é. Pesquisei vários vídeos e imagens explicativas e achei que estes exemplificam bem. Uma outra sugestão é comprar o hashi, que tem aos montes nos supermercados, e treinar em casa. Mas, se ainda assim, a guerra com os palitinhos continuar, saiba que é totalmente permitido usar um elástico na ponta. E se ainda assim você não se sentir à vontade, coma o seu sushi com as mãos. Em solo brasileiro, a culinária japonesa aceita as adaptações de conduta de etiqueta. Não se iniba! Os bons restaurantes fazem o sushi em um tamanho apropriado pensando nessa situação. Mas, não se esqueça, coma cada peça de uma só vez. Nada de comer por pedacinhos.      


1. O hashi de baixo fica entre o polegar e o indicador e se apoia no dedo anelar.
2. Com os dedos indicador, médio e polegar, segure o palitinho de cima. É mais ou menos como segurar uma caneta.
4. Segure  o hashi que fica entre o polegar e o indicador, ele é o que irá atuar como sustentador. Com o polegar, aperte-o para baixo enquanto o anelar empurra-o para cima.
3. Para abrir e fechar movimente o hashi de cima utilizando os dedos indicador e médio.

6. Coloque o hashi de cima na direção do de baixo. O domínio deste movimento permitirá porções generosas de comida no hashi.



Gostaram?

Beijos! 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Chez Popi: Encanto para os olhos e doçura para o paladar


Lugares românticos com quitutes deliciosos e fresquinhos, quem não gosta? Essa descrição me remete à infância e todas as boas sensações que essa época proporciona. A Chez Popi pode te dar, por alguns instantes, essa leveza e doçura. Assim que descobri esse local pelo Instagram simplesmente não consegui sossegar enquanto não fui conhecer. Vai ser fácil entender o que estou querendo dizer ao visualizar as fotos. O ato de comer não é apenas o de ingerir o alimentos,  mas o de curtir as boas sensações que esse ritual, incluindo a apresentação do prato e o cenário do local, te permitem sentir. Se você se identifica com o que eu estou dizendo, vá a Chez  Popi.







Fui até a essa fofura de lugar em uma quinta-feira. Era uma tarde de céu nublado, o que para mim é um convite perfeito para um café espresso acompanhando de um doce. Confesso que, mesmo com um oferta bem enxuta do cardápio, fiquei indecisa ao me decidir. A produção é feita todos os dias pelas manhãs e servidas   a partir das 13h. Essa linha de produção permite que os quitutes estejam na vitrine sempre fresquinhos  e não percam a qualidade. 


Eu como sou fã assumida de brownie, acabei optando pelo doce. O brigadeiro de Crème Brûlée instigou os meus sentidos e fez com que essa  fosse minha segunda escolha. Para beber, um espresso fraco. Sentei na parte interna do pequeno local para ficar admirando os detalhes encantadores do lugar.  Os doces são servidos em pratinhos delicados e o café em xícaras que mais parecem ter sidos tirados de uma casinha de boneca. A bicicleta logo na entrada é uma charme e a água para os dog's são de uma delicadeza sem tamanho.  Tem como não amar esse lugar? Acho que não! Para mim, foi amor à primeira vista! Gastei com o café pequeno, o brigadeiro de Crème Brûlée e o brownie R$9,50. 





SERVIÇO
www.facebook.com/ChezPopi
Rua Victor Konder, nº125, Centro - Florianópolis
Telefone: 3039-0197




Dicas Saudáveis: Pizza Light




Hoje a dica saudável é suuuper fácil, prática e light. Nossa ideia com essa editoria, que é publicada todas às segundas-feiras, é compartilhar "nossas experiências" saudáveis e simples! Uma das que mais amo fazer quando estou com vontade de uma pizza gorda é a pizza light feita com Rap 10 Light ou Integral. Vocês não fazem ideia da praticidade e delícia que é! Essa massinha "abençoada" é de uma versatilidade que vocês não imaginam. Dá para fazer mil coisas, desde sanduíche enroladinho a comida mexicana. Basta usar a criatividade e ser feliz!!!

Hoje vou dividir minha receitinha, que pode ter a cobertura que você quiser. A que eu explico hoje é a de tomate com rúcula, mas se você preferir brócolis, frango, abobrinha, peito de peru, etc, fique à vontade. O que importa é você adaptar ao seu modo e sentir prazer ao degustar.





MODO DE FAZER

Deixe seu forno pré-aquecido, coloque a massa do Rap 10 na forma, passe uma colher de chá de   Requeijão Light, coloque a fatia de queijo por cima, regue azeite de oliva moderadamente, salpique o orégano, corte ao meio os tomates cerejas e coloque por cima, corte e rúcula junto com  o manjericão e despeje por cima. Agora, leve para o forno por no máximo  5 minutos ou até o queijo derreter.



Vocês não fazem ideia da delícia que é esse negócio! 

Beijos!


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Patrícia Goedert: Primeira franquia já é sucesso de público

Confesso que quando recebemos o convite das meninas da Estrutura de Comunicação – Mel, Júlia e Karyna, já imaginava que seria uma tarde e tanto, até porque sou cliente da Patrícia Goedert de outros carnavais (festa de 15 anos, Dia dos Namorados, aniversário do namorido...). Mesmo assim, ainda consegui me surpreender.



Nesta quarta-feira, eu (Liana) e a Tati, fomos conhecer a primeira franquia dela, localizada na SC 401, do lado de quem volta do Norte da Ilha em direção ao Centro. A proprietária é a nutricionista Bruna Vieira Brillinger, que super atenciosa, nos contou que sempre sonhou em abrir algo relacionado à gastronomia. Deu muito certo! Faz apenas quatro meses da inauguração e só de cupcakes de Nutella, sabor carro-chefe entre os bolinhos, já saíram 3000 unidades.




Não tem quem não ache uma fofura de viver. É tudo bem pensado, da garrafinha de água rosa aos móveis retrô, das frases fofas (Quem trabalha com a mão é um operário, quem trabalha com a cabeça é um artesão, quem trabalha com a cabeça e o coração é um artista!) ao décor dos doces. E o banheiro, plotado com fotos de personalidades – Audrey Hepburn, Gisele Bundchen, Julia Roberts... – em momentos gastronômicos. Me encantei!






De cara, os clientes são recepcionados com uma mesa tentadora de docinhos sortidos. A ideia de Patrícia e Bruna é que as pessoas se imaginem numa festa de aniversário e possam se deliciar com sabores variados.



O cardápio segue essa linha com combos de mini-quiches e salgadinhos fritos, e, ao invés de fatias, as tortas são “tortinhas”. Opção boa para as encomendas de quem tem família pequena em casa e conseguir agradar o gosto pessoal de cada um.





Começamos pelos salgados. Eu fui de combo mix 4 (R$11,50) com três coxinhas de carne seca e três torpedos de linguiça Blumenau. Vieram quentinhos, macios por dentro e com uma casquinha bem crocante. Nos combos, dá pra escolher dois molhos entre: ketchup, gorgonzola (meu1), rosé com gergelim (meu2), iogurte hortelã, apimentado, barbecue, requeijão e doce leite (alôôô pão de queijo). Assim, comi quase de olhos fechados... bom demais!



As outras meninas da mesa foram de sanduíche. A Mel escolheu o Parma Real (R$14,90) – Pão a sua escolha, que pode ser ciabatta, integral ou quinoa, com presunto de Parma e queijo brie. Já a Júlia e a Tati preferiram o Frango Supreme (R$14,90), - Pão, fatias de peito de frango marinado e maionese de manjericão). Aprovadíssimos!




Hora da sobremesa. Quando eu estava indo para a doçaria, postei no meu instagram e recebi indicações: "Escolhe a Chocoball" (R$8,90) – Pão-de-ló de chocolate, recheado com leite condensado cozido coberto com brigadeiro e chocolate ao leite! Segui o conselho e a Mel embarcou nessa comigo, até porque leite condensado cozido é algo que nos conquista master, né, amiga?



A Tati escolheu a Negresco (R$8,90) – Torta de bolacha negresco, ganache de chocolate e creme belga aerado. Tem como ser ruim? Não, né?!



Mas aí meu bem, prevalece o ditado: Criança não mente! Gravidíssima, a Júlia atendeu o chamado do baby Pedro e solicitou a melhor entre as tortas  no gosto de todas da mesa, a Mineira (R$ 8,90) – Pão-de-ló branco com creme belga, abacaxi e cobertura de creme. Tipo, aveludada, inexplicável. Fica a dica!



Para beber, chás, cervejas, cafés e soft drinks. Huuum!!




Hora dos ovos de Páscoa (#perdoaSantodadieta). A Patrícia nos contou que no ano passado, vendeu 1.300 unidades do ovo recheado de pão de mel com leite condensado cozido, e os clientes o chamavam de “chocolate dos deuses”. Inspirada no comentário, ela criou outros dois sabores para a linha 2014, todos com nomes de deuses. Look!


Hércules (Deus da força) – chocolate meio amargo, pistache e crocante. Olhando, não foi o que me chamou a atenção, mas certamente o que mais me surpreendeu. Delicioso, doce na medida... Demais!!!



Afrodite (Deusa do amor) – creme de frutas vermelhas e brownie. Esse é mais exótico, e para quem pensa que ele tem gosto de bombom sensação da Nestlé, nada disso, aliás, nem se compara.


E o pai de todos Zeus (Deus dos deuses) – pão de mel com leite condensado cozido. Pensem em algo divino, agora multipliquem!



O processo é todo artesanal, por isso ele não tem muita durabilidade. Isso não é problema, né gente, porque duvido que alguém consiga esperar muito para devorá-los (Risos). O de 400g custa R$54 e o de 800g, R$ 84, todos com uma embalagem para dar de presente. Nos fins de tarde de domingo, a Patrícia fabrica os ovos ao vivo em uma sala de vidro ao lado da doçaria. Super legal!

Pensaram que tinha acabado né?! Nada, ainda tem os cupcakes para levar para casa. Mais diversão! O cliente monta o seu próprio bolinho. Escolhe a massa, o recheio, a cobertura e os confeitos.



Fizemos até um vídeo do processo... #ascriançapira


Eu fiz de banana + recheio de doce de leite + cobertura de brigadeiro + confeito de coração.



A Tati escolheu cenoura + recheio de nutella + cobertura de brigadeiro + confeito de cenourinha.



Vem em uma embalagem daquelas que seu amor, friend ou familiar iria adorar receber fora das datas comemorativas.

Babaram?!

Com estacionamento gratuito, a Patrícia Goedert Doçaria e Café abre de terça a domingo das 14h e às 21h, e nas segundas o local é destinado para festas reservadas. Não deixem de ir!

Muito obrigada Patrícia, Bruna, Ju, Mel, Karyna. Nem preciso repetir que a-mamos né?!

SERVIÇO
www.patriciagoedert.com.br
Rodovia José Carlos Daux, 6977, Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis - SC
(48) 3035-1880






quarta-feira, 9 de abril de 2014

[CURIOSIDADE] O que você precisa saber sobre a Salada Caesar



Quarta é dia de “curiosidades” por aqui, então hoje vou contar sobre um livro que ganhei do namorido Rogênio, o livro “Quem colocou o filé no Wellington?”, de James Winter. Gente, é muito legal. Ele fala de 50 clássicos da culinária, quem os criou, quando e por quê.

Como não resisti, vou contar tudo para vocês, uma de cada vez claro, e de quebra, mostrar a receita. E a primeira desta série é a Salada César. O texto é um pouquinho longo, eu sei, mas vale mesmo a leitura. Vamos lá!

“É preciso dizer que, para a maioria das pessoas, a palavra “salada” não provoca sentimentos de animação. É uma opção culinária associada com dieta e negação, é o prato do cardápio que você escolhe quando quer outra coisa, mas sabe que não deve. Porém, coloque o nome César junto da salada e você terá instantaneamente a imagem de um prazeroso sábado à noite, de um molho com sabor tão especial que transforma uma simples folha de alface no recipiente dos ingredientes da salada mais famosa do mundo”.


A Salada César é tão exuberante que talvez você se surpreenda ao saber que surgiu nos Estados Unidos durante a vigência da Lei Seca. A proibição do álcool foi estabelecida em 1920 com o objetivo de reduzir a corrupção política e social e a violência doméstica. O que aconteceu, na realidade, é que gangues organizadas começaram a produzir bebidas alcoólicas em larga escala para abastecer estabelecimentos ilegais. Os restaurantes que se mantiveram ao lado da lei tiveram de lutar bravamente contra a queda dos negócios provocada pela Lei Seca.

Caesar Cordini


Um desses cidadãos ao lado da lei foi Caesar Cardini, que em seu restaurante em San Diego, Califórnia, olhava com inveja para o México, onde a bebida era permitida. Assim, ele e seu irmão Alex resolveram abrir uma segunda casa em Tijuana, do outro lado da fronteira.

Em pouco tempo, estrelas do teatro e do cinema iam lá em seus cadillacs para comer e beber. A história conta que em 4 de julho de 1924 tinha tanta gente no restaurante, que os estoques de comida começaram a acabar. Havia pouca coisa na geladeira, com exceção de alface, e, com tanta bebida saindo, Caesar precisava de alguma coisa para abastecer estômagos famintos. Com seu talento de showman, saiu-se com uma ideia de preparar uma salada à mesa na frente dos clientes. “Deixe que eles pensem que estão recebendo nossa especialidade”, ele disse. E assim começou.

Cark Gable

Nem preciso dizer que foi um enorme sucesso. A Salada Cásar foi a sensação dos anos 1920, com todos, de Cark Gable a W.C. Fields, fazendo a peregrinação até Tijuana para saboreá-la. Ir em busca de uma César tornou-se o programa preferido das celebridades da época.

Wallis Simpson


A pessoa mais descolada nos anos 1930 era a socialite Wallis Simpson, futura duquesa de Windsor. Ela se apaixonou pela salada em suas inúmeras viagens a Tijuana e fez questão de que todos os seus amigos – do barão de Rothschild a Yves Saint Laurent – experimentassem o prato. Levou a receita para a Europa e pediu que chefs de renomados restaurantes a preparassem. A lenda diz que Wallis foi a primeira a cortar a alface me pedaços pequenos, assim não precisaria ser comida com as mãos.


Em 1938, os Cardini mudaram-se para Los Angeles, onde Caesar abriu uma loja de produtos gourmet. Trabalhando com sua irmã Rosa, começou a engarrafar e vender seu molho. Parece que a empresa começou engarrafando e etiquetando em casa e depois vendendo na parte traseira da perua da família no mercado local.

Enquanto isso, o prato ganhou vida própria. As pessoas começaram a adicionar à salada frango, peixe ou outras carnes para dar mais substância, enquanto que, no último restaurante que teve, Alex Cardini lançou uma versão com filés de aliche que ele chamou de Salada do Aviador. No entanto, Caesar desaprovou essa variação, pois achava que o peixe oleoso esmagava a sutileza da salada.

A receita ressurgiu com força quando foi apresentada na TV  pela chef americana Julia Child nos anos 1970. Ela havia ido ao restaurante do Caesar quando era criança, nos anos 1920, e mais tarde escreveu que seus pais “ficariam muito animados quando o extraordinário Caesar em pessoa veio à mesa preparar a salada... Foi comovente, eu me lembro de como ele jogou as folhas de uma maneira que parecia onda virando”. Quando se tornou chef na televisão, entrou em contato com Rosa para ter a receita autêntica, sem aliche.

A Salada César continua sendo um grande prato para incluir em seus jantares, principalmente se você preparar a mesa ao estilo Cardini. Ou você pode comer sozinha, acompanhada de uma taça de Sauvignon, assistindo a um bom filme. Apresente-me alguém que não goste da Sala César – eu duvido que haja! Então vamos à receita.



RECEITA

Serve 4
-6 colheres (sopa) de azeite e mais um pouco para fritar
-1 dente de alho grande descascado
-1 ovo caipira grande
-1 colher (sopa) de suco de limao
-2 colheres (chá) de molho inglês
-pimenta-do-reino moída na hora
-2 fatias grossas de pão branco sem casca, cortadas em cubinhos
-1 alface-romana lavada (folhas retiradas com cuidado, deixando-as inteiras e longas
-25g de parmesão ralado grosso

Modo de fazer
-Alface fresca e crocante é a chave para o sucesso deste prato. Lave-a e seque-a bem antes de usar. Sinta-se à vontade para adicionar frango se você quiser deixá-lo mais substancioso, mas para festas, mantenha-o simples e leve.

-Despeje o azeite em uma panela e adicione o alho. Delicadamente aqueça o azeite em fogo baixo. Você não está tentando fritar o alho, mas quer deixar o azeite na temperatura do corpo. Retire do fogo e reserve por cerca de 30 minutos.

-Coloque o ovo numa panela com água fria e deixe levantar fervura. Ferva por 1 minuto e mergulhe o ovo em água fria para interromper o processo de cozimento. Quebre o ovo no processador de alimentos e adicione o alho com o azeite, o suco de limão e o molho inglês. Processe bem e tempere com pimenta a gosto.

-Frite os cubinhos de pão em um pouco de azeite até ficarem crocante e dourados e, em seguida, deixe escorrer sobre papel toalha.

-Para servir, coloque a alface-romana numa tigela, arrumando a ponta das folhas para fora em cículo. Despeje o molho por cima e adicione os cróutons e o parmesão. Coloque a salada no meio da mesa para as pessoas pegarem com as mãos.

E aí? Gostaram? Eu adoro Salada César e amei saber tudo sobre a história dela.

Além do que tem no livro, mandem suas dicas que vamos descobrir as origens dessas comidinhas. Na próxima sessão de curiosidades, vamos falar da Salada Waldorf!


 Retirado do Livro: Quem colocou o filé no Wellington? (James Winter)




terça-feira, 8 de abril de 2014

Veredas Tropical: Descoberta em sites de compras coletivas



Conheci um restaurante bem agradável esses dias por causa do Peixe Urbano. Não sou fã de comprar cupons de restaurantes em site de compras coletivas, mas como foi um presente da minha mãe, não pude recursar. Explico minha negativa: minhas experiências, quase todas, não foram legais. Mas dessa última vez tive que dar minha mão a palmatória. O local que é o Veredas Tropical, localizado na Barra da Lagoa, Leste da Ilha.  




A Barra da Lagoa é uma praia tradicional que conseguiu preservar nos moradores um pouco da cultura mané. A pesca ainda é o sustento de muitas famílias que lá moram. É bem comum escutar um "oioió" ou "tax tolo tax o ixtepô". Adoro  essa praia pois, além   de tudo, foi cenário dos verões da minha infância e adolescência. Então, eis que tenho uma surpresa ao ver que o restaurante simples, com chão de pedra e sustentação de madeira velha com cadeiras de plásticos para sentar se transformou em local elegante, super confortável e com mesas disputadas. 


Chegamos de manhã ao local, por volta das 10h, então pegamos um lugar, nos sentamos e relaxamos com o visual das águas de março ´"...fechando o verão...". Quando a fome bateu, pedimos nossa sequência de camarão comprada por módicos R$41,90. As porções são modestas, como não minha opinião devem ser (sem aquelas montanhas gigantescas onde só se sente o sabor do óleo reutilizado, heehe), mas muito bem preparadas e apresentadas .



A sequência do Veredas Tropical acompanha um mix com bolinho de siri, camarão à milanesa, camarão ao alho e óleo e camarão ao bafo, filé de peixe ao molho de camarão, fritas, arroz branco, pirão de peixe e salada. Tudo muito gostoso! Minha sugestão para a casa é colocar mais garçons para atender, já que os poucos que tinham precisavam se virar nos 30. 


Após o almoço, continuamos no local o resto da tarde. Bebemos mais cervejas, sucos, dormi, acordei, etc etc. Contemplei o visual. Presenciei cenas engraçadíssimas na praia, inclusive de um cachorro surfista que parou a praia chamando a atenção de todos que ali passavam. Fui obrigada a fotografar!






Pesquisei no Peixe Urbano e vi que a promoção da sequência de camarão do Veredas Tropical continua válida. Se for ao local, não deixe de nos contar como foi a experiência, ok?



SERVIÇO
www.restauranteveredatropical.com.br
 R. Angelina Joaquina dos Santos - Barra da Lagoa, Florianópolis - SC
(48) 3232-4001